Páginas

Mostrando postagens com marcador eu por aí. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eu por aí. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Rock in Rio está de volta!



Os preparativos para a realização do maior festival de música do mundo, o Rock in Rio, estão cada vez mais acelerados. De volta ao Brasil, depois de dez anos, os shows estão marcados para o ano de 2011, nos meses de setembro (dias 23, 24, 25 e 30) e outubro (1 e 2) no Rio de Janeiro.



Roberta Medina, principal articuladora do festival e filha do fundador Roberto Medina, informou na última quarta (04 de novembro), em coletiva de imprensa realizada em São Paulo, que algumas atrações nacionais (como Pitty, Capital Inicial, Jota Quest e Marcelo D2, que já figuram no video de divulgação) deverão tocar no festival, mas preferiu não dar qualquer certeza. Entretanto ela garantiu: “O Rock in Rio acontecerá no Brasil também em 2013 e 2015”.


Leia AQUI o restante dessa matéria que escrevi para o Mondo Bacana!


e AQUI no Portal Rockpress!



sábado, 24 de abril de 2010

Entrevista no jornal O Estado (RJ)

com tanta correria, nem deu tempo de falar, mas fui uma das fontes de entrevista para esta matéria que saiu no jornal O Estado (RJ) em março. veja:

http://www.oestadorj.com.br/?pg=noticia&id=4619&editoria=Comportamento

Cresce o número de mulheres que estão nas redes e sites de relacionamento

O papel feminino junto às redes sociais traz uma gama de possibilidades



A troca de informações nas redes sociais é rica e diversificada. As mulheres conseguem interagir com todas as ferramentas que a internet proporciona de forma útil e produtiva. Há as que discutam moda e assistam a vídeos sobre dicas de maquiagem. As que procurem receitas culinárias ou as que apenas queiram uma opinião sobre um filme que pensam em comprar. Elas encontraram na vida online um ambiente acolhedor e de generosidade.

De acordo com uma pesquisa feita pelo site Information Is Beautiful, o Facebook e o Twitter são compostos, cada um, por 57% de mulheres. Já no Flickr, 55% dos usuários são do sexo feminino. No MySpace a dominância é mais clara: 64%, enquanto no Hi5 são 54%.

Raphael Calles, 20, trabalhou em um site dedicado ao público feminino e diz que as matérias mais lidas eram sobre beleza e saúde. “As mulheres querem estar na moda o tempo todo. Se interessam por matérias que falem sobre estilos de cabelos, tipos de unhas, para que assim possam conversar com suas amigas e tentar fazer em casa”, afirma o estudante.

Lucas Guedes é especialista em Mídia, Informação e Cultura pela USP e pesquisador de mídias e redes sociais virtuais. Ele afirma que as mulheres são diferentes umas das outras, o que torna impossível dizer de forma taxativa e generalizada o efeito das plataformas sociais na vida de cada uma delas. “A principal contribuição não é somente o fato de trazer coisas novas, mas de facilitar o que elas já faziam antes só que por outros meios.”, explica Lucas.

Na busca e desejo por algum produto, o público feminino procura informações no Twitter e em sites relacionados à marca. Marianna Perri, 19, acredita que as redes sociais facilitam a pesquisa de opinião. “Você ´conhece´ e se aproxima de pessoas com os mesmos interesses que os seus. Um bom exemplo disso é o movimento pela aceitação gorda nos Estados Unidos e Europa. Isto ajuda as mulheres gordinhas que não estão bem com elas mesmas.”, diz a estudante.

O Orkut tem um papel importante como facilitador em uma relação de amizade. Lucas Guedes esclarece que o fato não é o acesso a tais comunidades, mas o sentimento de pertencer a um grupo e do poder de produção de conteúdo. “Os riscos são os mesmos da ´vida real´. Amizades mal intencionadas, roubo dos dados de identificação eletrônica. Há casos dos que começam relacionamentos na internet e acabam se casando.”

É o caso de Erika dos Santos, 20, dona do blog e comunidade chamados “Te Amo Apesar da Distância”. Erika diz que o Orkut mudou sua vida. “Meu namorado e eu criamos a comunidade e prometemos nos encontrar e ajudar pessoas que passaram pela mesma situação que a nossa. Eu morava na Paraíba. Ele veio me visitar e desde 2008 moro com ele no Rio Grande do Sul. Eu fiz o blog para dizer que o impossível não existe”, conclui a vendedora logística.

Mais pessoas passam a ter acesso à internet e às informações nela divulgadas, diferente de antigamente, quando buscavam conhecimento em revistas, livros e jornais ou por meio de rádio e televisão. Há a convergência das mídias a favor do acesso, produção e troca de informações.

O papel feminino junto às redes sociais traz uma gama de possibilidades. Sandra Resende, 38, atualiza o Twitter a todo o instante, utiliza o MSN para matar a saudade de quem está longe e diz ter aprendido muitos assuntos como economia doméstica e decoração. “É como se o mundo tivesse se aberto para mim, deixando de ser tão grande. O céu é o limite e ninguém mais me segura”, diverte-se a dona de casa.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Minha participação no Campus Party 2010

Tá aí o texto produzido pelo jornalista Cristiano Sávio e publicado no site do Vivo Educa sobre o encontro de hoje no Campus Party 2010. O papo foi fluindo, fluindo e acabei esquecendo de citar um monte de coisa que tinha pensado, como o Blog das 30 Pessoas, por exemplo. Mesmo assim foi ótimo participar e agradeço ao Instituto Vivo e à Rede Papagallis pelo convite mediado por Rafael Munduruca.

Obs.: já briguei com o jornalista que escolheu a pior foto da minha careca e publicou, mas ok, ok... rs...

Obs.2: aproveitando que eu já estava aqui, acabei participando de outro bate-papo falando sobre redes sociais. o texto tá aqui.

A rede digital na vida real



Cada dia mais de conversas ampliam nossos conceitos sobre como as interações que as redes sociais e digitais acontecem. O conhecimento diversificado e compartilhado dos participantes facilitam um fluxo cumulativo de idéias que vão sendo construídas no espaço de conversação. Hoje, aliado aos convidados Lucas Longo, do Institudo de Artes Interativas, Lucas Guedes, participante do Projeto Enchentes e Luiz de Campos Júnior, professor e netweaver, os participantes que se juntaram a nós também contribuíram para o debate que passou por aprendizado em rede e ensino à distância e como podemos perceber a maneira com que as redes digitais transformam os ambientes e relações fora do ambiente virtual.


Luiz de Campos, com sua experiência como professor e participação nas comunidades eletrônicas, iniciou a discussão sobre a devolutiva que o ambiente das relações digitais sucita nas interações pessoais. A internet como um ambiente mediador e facilitador das relações humanas é uma importante ferramenta de estímulo à participação das pessoas e difusão e troca de informações que potencializam ações efetivas no "mundo real". Exemplo disso é a rede inicada com inicativas de twitteiros da qual faz parte Lucas Guedes. Ele contou que o projeto enchentes foi uma idéia espontânea de um grupo pequeno que se mobilizou para ajudar e divulgar informações sobre as enchentes que têm acontecido em São Paulo e foi se articulando transformando-se em um potencializador de ações conjuntas de ajuda. Hudson aproveitou o espaço para dar exemplo do projeto metareciclagem que também nasceu na internet mas que possibilitou a criação de um grupo engajado em ações que contribuem com a reciclagem consciente de material eletrônico obsoleto.

Outra questão importante abordada na mesa foi a do uso da tecnologia como facilitadora do ensino e as transformações do ensino à distância já que uma das nossas propostas de estímulo à conversação é saber se é possível viver e aprender em rede estando conectado. A experiência em ensino através da internet - e também como professor universitário - de Carlos Rodrigues [que também esteve presente na conversa] nos trouxe a idéia de que atualmente existe a aprendizagem colaborativa em rede, o que foge das idéias tradicionais de cursos pela internet e que separa aquele que aprende daquele que ensina.

Carlos comentou também que é favorável ao termo Educação Sem Distância, pois considera "Educação a Distância" uma idéia ultrapassada utilizada na época dos cursos realizados por correspondência. Atualmente o aprendizado em rede é em forma de conhecimento compartilhado, a tecnologia tende a aproximar os conteúdos daquele que busca por eles. Inclusive, como exemplificou Luiz de Campos Jr., está cada vez menos usual a certificação como "prova de conhecimento". Com essa geração de acesso facilitado a conteúdos, o indivíduo consegue "[com]provar" o que sabe através de suas produções presentes na internet, seus material digital, sua rede de amigos, sua participação no ambiente virtual que pode ser acessada por qualquer um que esteja conectado. Lucas Longo até comentou que além de um currículo formal apresentado por um candidato em alguma empresa, não é novidade que o contratante logo pesquise e procure pela "certificação social" dele na rede.


Agora à tarde, a presença de Dalton Martins, Gil Giardelli, Gilberto Jr., Wagner Tamanaha e Marcelo Estraviz tendem a expandir essa rede de idéias que estamos tecendo aqui no grupo de discussão proposto pela Papagallis no lounge da Vivo do Campus Party 2010. Apareça por aqui às 14h30 e participe das reflexões.
.
.
.